terça-feira, 13 de agosto de 2013

ENTREVISTA COM JHANAINNA E ADNAN JEZZINI

Pessoal, no dia 10/08/2013, entrevistei a Jhanainna e o Adnan Jezzini, proprietarios do Bagdad Cafe, famosa casa arabe. Segue a entrevista, espero que gostem.

Quando o Bagdad Cafe surgiu, e qual foi a motivacao?
Jhanainna - Em 1996. O Bagdad Cafe comecou como uma cantina de uma escola de ingles. Os amigos frequentemente pediam para o Adnan tocar derbake e colocar danca do ventre e a casa tomou o intuito que tem ate hoje a partir destes pedidos.

Quais as primeiras dancarinas da casa?
Adnan - A Margot, depois veio a Rose, que foi indicada pela Luci (que foi uma das primeiras professoras de danca do ventre do Parana). Em seguida, a Cintia Muraro, que trouxe suas alunas, uma das quais, a Mellissa Mel. Depois, a Indianara, que tambem trouxe varias alunas muito boas. Mais tarde, a Regina Monticelli, a Linda Hathor, a Crys Hayet. Atualmente, a casa tem 18 bailarinas, inclusive algumas cresceram conosco.

Quais os momentos mais transformadores vividos na casa?
Jhanainna - O Bagdad Cafe eh uma extensao da nossa vida, entao tudo aqui influi nas nossas emocoes, e eh influenciado por elas. Para mim, o momento mais transformador foi uma coisa muito particular - numa festa do meu aniversario, o Adnan chamou a Roberta, uma das cantoras da casa, para cantar La Vie en Rose. Ele colocou uma coroa de flores na minha cabeca e para mim foi o momento mais bonito.

Qual foi o primeiro dancarino da casa?
Jhanainna - Foi o Abdul, ele era nosso cliente, foi entrando no clima e acabou fazendo parte da casa. Atualmente, ele estah em Joinville, e continua trabalhando com danca arabe.

Qual a importancia da casa para a divulgacao da cultura arabe?
Jhanainna - Toda. Na verdade, quem comecou esse trabalho em Curitiba foi o Bagdad, quando ninguem conhecia quase nada da cultura arabe. Quando ninguem conhecia o arguile, o Bagdad jah colocava o arguile no mercado cultural. O Adnan nao vende a cultura arabe, ele a vive diariamente, e a miscigena com a cultura brasileira, para torna-lo reconhecivel ao brasileiro. Por exemplo, misturar derbake com forro, baiao, samba...

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